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Isobutano
(Revisão 04 – 20/12/2007)


Descrição


O isobutano é um hidrocarboneto que nas condições ambientes é um gás incolor, inflamável e não tóxico. O isobutano normalmente é transportado como um gás liquefeito em cilindros de aço sob sua própria pressão de vapor 3,1 bar a 21 ºC.


 Propriedades Físicas
 Calor de combustão, gás a 25ºC e pressão  constante para formar H2O (líquido) + CO2 (gás).   2868,72 kJ/mol.

 Calor de combustão, gás a 25ºC e pressão  constante para formar H2O (gás) + CO2 (gás).

 2648,68 kJ/mol.

 Calor de combustão, líquido a 25ºC e pressão  constante para formar H2O (líquido) + CO2 (gás).

 2848,63 kJ/mol.  

 Calor de combustão, líquido a 25ºC e pressão  constante para formar H2O (gás) + CO2 (gás).  2628,60 kJ/mol.
 Calor latente de fusão a -159,6ºC.  78,195 kJ/kg; 18,869 kcal/kg.
 Calor molar específico, gás a 101,325 kPa e 15,6ºC  e pressão constante.

 94,163 J/(mol x K).

 Calor molar específico, gás a 101,325 kPa a 15,6ºC  e volume constante.   85,846 J/(mol x K).
 Calor molar específico, líquido a 20ºC.  139,846 J/(mol x K).
 Condutividade térmica, gás a 101,325kPa e 25ºC.  0,0171 W/(m x K);
 41 x 10-6 cal/ (s  x cm x ºC)
 Condutividade térmica, líquido a 20ºC.  0,09456 W/(m x K);
 226 x 10-6 cal/(s x cm x ºC)
 Densidade absoluta, gás a 101,325 kPa e 20ºC.  2,487 kg/m3
 Densidade crítica.  0,221 kg/dm3
 Densidade relativa, gás a 101,325KPa e 20ºC
 (ar=1).
 2,064.
 Densidade, líquido a pressão de saturação e 25ºC.  0,551 kg/L
 Fator crítico de compressibilidade.  0,283.
 Fórmula.  C4H10 ou CH(CH3)3
 Limite de inflamabilidade no ar.  1,8-8,4% (molar)
 Massa Molecular

 58,1222

 Ponto de congelamento a 101,325 kPa.  113,55 K; -159,6ºC; -255,3ºF.
 Ponto de ebulição a 101,325 kPa.  261,42 K; -11,7ºC; 10,9ºF.
 Pressão crítica.  3650 kPa; 36,5 bar:
 529,1 psia; 36 atm.
 Pressão de vapor a 21,1ºC.  310 kPa; 3,1 bar;
 45,4psia; 3,1atm.
 Razão do calor específico, gás a 101,325 kPa e
 15,6ºC Cp/Cv.
 1,097.
 Sinônimos.  2- metilpropano; Trimetilmetano.
 Solubilidade em água a 102,9, kPa a 17ºC.  13 cm3/ 0,1 kg de água.
 Temperatura crítica.  408,13 K; 135ºC; 275ºF.
 Temperatura de auto-ignição.  735 K; 462ºC; 864ºF.
 Tensão superficial a -20ºC.  15,3 mN/m; 15,3 dym/cm.
 Viscosidade, gás a 101,325 kPa e 25ºC.  0,0077 cP.
 Viscosidade, líquido a 20ºC.  0,170 cP.
 Volume crítico.  4,525 dm3/ kg.
 Volume específico a 21,1ºC, 101,325 kPa.  405,8 dm3/ kg; 6,5 ft3/ Ib.


Aplicações

O Isobutano é usado como matéria prima intermediária para fabricar vários produtos orgânicos. O isobutano alta pureza é usado como matéria prima para preparação de misturas de gases utilizadas na calibração de analisadores. Nos Estados Unidos e Europa, por motivos ecológicos ligados à preservação da camada de ozônio, o isobutano vem sendo utilizado como agente refrigerante em geladeiras domésticas em substituição ao agente 134a.


Efeitos sobre o homem e toxicidade

O isobutano não é tóxico. No Brasil o anexo 11 da Norma Regulamentadora 15 (NR 15), não impõe limites de exposição, entretanto, no ambiente de trabalho, deve-se garantir que a concentração mínima de oxigênio seja de 18% em volume. As situações na qual a concentração de oxigênio estiver abaixo deste valor serão consideradas de risco grave e iminente.

Obviamente, devido à alta inflamabilidade do produto, deve-se garantir que o limite inferior de inflamabilidade do isobutano, 1,8% (molar) no ar atmosférico, jamais seja atingido, por isso, é recomendável que seja respeitado um limite de 0,6%.

Em caso de super exposição ao produto, ele pode causar asfixia e neste caso os sintomas são: náuseas, pressão na testa e nos olhos, pode ainda causar perda de consciência e morte. O odor do isobutano em sua forma pura, não é suficiente para alertar quando a concentração do produto está excessivamente elevada.


Primeiros Socorros


Inalação:

Uma pessoa que seja vítima de asfixia por isobutano, deve imediatamente ser removida para uma área descontaminada, de preferência ao ar livre. Caso a pessoa esteja apresentando dificuldade respiratória pode ser administrado oxigênio. Caso a pessoa apresente perda de consciência e parada respiratória, é necessário fazer respiração artificial (boca a boca) seguida de administração de oxigênio. Caso haja parada cardíaca, massagem cardíaca simultaneamente a respiração artificial será necessária, fazendo-se 5 massagens cardíacas e uma respiração alternadamente. Em qualquer caso chame imediatamente um médico ou socorro especializado.

Contato com a pele:


Caso a fase líquida do isobutano entre em contato com a pele, devido à sua rápida evaporação e conseqüente resfriamento, causam imediato congelamento do local atingido e queimaduras por frio, que são muito doloridas. Caso a vítima tenha sido atingida por isobutano líquido, o local atingido deve ser descongelado com água corrente, nunca utilizar água quente, a vitima deve ser mantida aquecida e um médico chamado imediatamente.

Contato com os olhos:

O contato da fase gasosa com os olhos normalmente não causa nenhum problema. O contato da fase líquida com os olhos é muito perigoso devido ao imediato congelamento do local. Uma pessoa que tenha tido os olhos atingidos por isobutano líquido, deve ter o mesmo lavado com água corrente por pelo menos 15 minutos. Caso a pessoa utilize lentes de contato, descongele os olhos antes de tentar removê-las. Devido ao congelamento do local, a lente ficará colada à retina e qualquer tentativa de remoção antes do descongelamento poderá causar cegueira permanente. Nestes casos o ideal é descongelar o local com água corrente por pelo menos 5 minutos e uma vez que se tenha certeza que os olhos já foram descongelados, remover as lentes de contato e lavá-los por mais 15 minutos. Chame um médico imediatamente.


Precauções no manuseio e estocagem

O maior perigo atribuído ao manuseio de isobutano é sua inflamabilidade. Os cilindros de isobutano devem ser estocados em uma área bem ventilada longe de calor e de todos os tipos de chamas abertas e faíscas. Não use isobutano perto de motores, instalações elétricas abertas ou de qualquer outro equipamento que possa produzir faíscas. Não estoque cilindros de isobutano com cilindros contendo oxigênio, cloro, quaisquer outros oxidantes ou juntamente a outros materiais inflamáveis. Prenda adequadamente os cilindros para evitar queda. Caso seja necessário ter instalações elétricas, como por exemplo, iluminação, estas devem ser à prova de explosão, somente um especialista pode montá-las de forma segura. Em caso de vazamento o isobutano tende a acumular-se em lugares baixos. Na área de estocagem não devem existir bueiros, ou quaisquer outras passagens que façam conexão com porões ou outras instalações subterrâneas. Recomenda-se que todos os equipamentos a serem utilizados com isobutano sejam adequadamente aterrados para evitar faíscas.


Informações para transporte


Dados os riscos envolvidos e a complexidade das exigências de segurança legais normativas para o transporte de produtos perigosos em geral, e especificamente do isobutano sugerimos que os clientes não transportem gases a granel ou em cilindros, a menos que estejam altamente familiarizados com as exigências mencionadas e possuam os equipamentos e recursos necessários. As informações que se seguem têm caráter puramente ilustrativo e não estão completas.

Recomendamos enfaticamente que quando o transporte seja indispensável para a operação de um determinado cliente, este, adquira a versão mais atualizada do “Manual de Autoproteção – Produtos Perigosos – Manuseio e transporte rodoviário” publicado pela Indax Advertising Comunicação Ltda. ou então da coletânea de decretos lei e normas pertinentes da ABNT.

O transporte do isobutano em cilindros deve ser feito em caminhão equipado com carroçaria metálica aberta, que possua condições de transportá-los em posição vertical e que esteja devidamente sinalizado e equipado com o kit de emergência apropriado ao produto ou produtos que esteja sendo transportado. O motorista deve possuir habilitação compatível com o tipo e porte de veiculo utilizado e ter participado com aproveitamento de curso de “transporte de produtos perigosos” ministrado por estabelecimento de ensino reconhecido.

Em toda operação de transporte os seguintes documentos são de porte obrigatório: habilitação do motorista, certificado de conclusão do curso de transporte de produtos perigosos, envelope de transporte contendo: notas fiscais dos produtos transportados e suas fichas de emergência.

Normalmente o kit de emergência para o transporte de gases é constituído de: 10 cones de sinalização, 4 placas auto portantes com inscrição “Perigo Afaste-se” com dimensões mínimas de 340 x 470 mm, 100 metros de fita zebrada com largura mínima de 70 mm, 06 suportes para sustentação da fita zebrada, 02 calços de madeira de 150 x 150 x 200 mm, 01 caixa com jogo de ferramentas, 01 lanterna grande com pilhas novas carregadas, isto além de EPI´s como óculos de segurança, pares de luvas de raspa de couro, capacete, etc. em perfeitas condições e em quantidade suficiente para o motorista e demais ocupantes do veiculo de transporte. Isto sem falar em extintores de incêndio e demais item de segurança do veículo. No caso específico do isobutano as leis e normas vigentes devem ser consultadas para verificar se existem requisitos adicionais.

Além das sinalizações regulares como faixas refletivas na carroçaria e pára-choques, as unidades de transporte devem estar sinalizadas com rótulos de risco, alem de painéis de segurança. Como os regulamentos normativos para a sinalização do veiculo são muito complexos nos limitamos a informar abaixo somente os dados principais que devem definir a sinalização do isobutano recomendamos que seja consultada a coletânea de normas ABNT para o transporte terrestre de produtos perigosos.


» Produto: Isobutano
» Número da ONU: 1969
» Classe de risco: 2.1 – gases inflamáveis.
» Risco subdisiário: não pertinente
» Número de risco: 23


Detecção de Vazamentos

Todos os equipamentos: válvulas, reguladores de pressão, conexões, tubulações, etc. que se destinem a serem utilizados com isobutano, devem ser devidamente testados e condicionados antes do uso. Dois métodos de teste que podem ser utilizados estão listados abaixo em ordem de preferência:

1.Pressurizar o sistema com uma mistura de no máximo 5% de hidrogênio em nitrogênio e testar todas as conexões com um detector de condutividade térmica. Ao final do teste o sistema deve ser purgado com o próprio isobutano que será utilizado para remover os resíduos da mistura de gases utilizada. Este teste necessita ser realizado por uma pessoa adequadamente treinada, dá resultados muito satisfatórios e o sistema se torna altamente confiável. Este procedimento é especialmente recomendado para processos de alta responsabilidade.

2.Pressurizar o sistema com o próprio isobutano e testar todas as conexões e pontos suspeitos com uma mistura de água e detergente. No local onde haja vazamento haverá formação de bolhas. Este teste pode ser feito por quase qualquer pessoa, porém os resultados podem não ser os mais seguros e pequenos vazamentos podem não ser detectados. Este método é especialmente recomendado para isobutano industrial podendo ainda ser utilizado para isobutano de elevada pureza desde que após a detecção e correção dos vazamentos, seja feita a secagem interna dos equipamentos através da passagem do próprio isobutano puro por seu interior até haver plena certeza que toda a umidade residual tenha sido eliminada.



Aviso Importante

Este material foi concebido com o intuito de fornecer ao leitor acesso conveniente às informações de propriedades físicas e químicas do produto em pauta. A Gama envidou seus maiores esforços no sentido de produzir um material de alta qualidade técnica, não obstante, este informativo apesar de abrangente não contém todos os dados e informações técnicas disponíveis sobre o produto.

A Gama se exime de quaisquer responsabilidades por eventuais danos materiais ou humanos que possam decorrer em função da utilização destas informações, por omissão de informações neste material, por eventuais erros ou mudanças no conhecimento técnico que possam ocorrer.


 
 

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